Igreja

Igreja
A Igreja é de Cristo e é essa que o cristão deve ambicionar servir e não usar

domingo, 11 de junho de 2017

São Josemaría Escrivá nesta data em 1974

”Num encontro com filhos seus na Argentina, confessa-lhes: “Dou graças a Deus Nosso Senhor. Agora já não preciso de fé. Basta ver-vos”. E também: “Estou tão contente! Pensai o que é ter 26 anos, a graça de Deus, bom humor, e nada mais, e uns sinos que se ouvem, e o querer de Deus, com tudo aquilo que parecia ser impossível, sem qualquer meio humano, e pôr-se a sonhar, e depois vê-lo realizado em todo o mundo?"

Hino à Santíssima Trindade

Santíssima Trindade,
Vosso poder imenso
Tudo cria e governa
Até ao fim dos tempos.

Vós sois a plena luz,
Sois a plena alegria,
A pureza absoluta
Sobre todas as coisas.

Ó Pai de toda a graça,
Ó Cristo, Filho único,
Com o Espírito Santo,
Caridade infinita,

De Vós, Trindade Santa,
Procede toda a vida
E todo o ser criado
Em Vós se afirma e cresce.

Vossa bondade em tudo
Se derrama e fulgura,
Por isso Vos adora
O coração do mundo.

Com os Anjos da glória
Na terra Vos louvamos
E no Céu cantaremos
Por toda a eternidade.

Bom Domingo do Senhor!

É nosso dever e obrigação atender às palavras do Senhor de que nos fala o Evangelho de hoje (Mt 10, 7-13) e sem hesitação e na medida das nossas possibilidade e capacidades proclamarmos a Boa Nova.

Louvado seja Jesus Cristo Nosso Senhor fonte permanente de inspiração.

Amor reflexo da Santíssima Trindade

Uma pessoa que ama os outros pela própria alegria de amar é um reflexo da Trindade. Uma família em que os membros se amam e se ajudam mutuamente é um reflexo da Trindade. Uma paróquia em que as pessoas se querem bem e partilham os bens espirituais e materiais é um reflexo da Trindade.

E o amor verdadeiro não tem limites, mas sabe limitar-se, para ir ao encontro do outro, para respeitar a liberdade do outro, e este amor da Trindade habita na Eucaristia.

Papa Francisco - Ângelus 15.06.2014

«Proclamai que está próximo o Reino dos Céus»

Concílio Vaticano II 
Constituição sobre a Igreja, «Lumen gentium», § 35


Cristo, o grande profeta, que pelo testemunho da vida e a força da palavra proclamou o reino do Pai, realiza a sua missão profética até à total revelação da glória, não só por meio da hierarquia, que em seu nome e com a sua autoridade ensina, mas também por meio dos leigos; para isso os constituiu testemunhas, e lhes concedeu o sentido da fé e o dom da palavra (cf At 2,17-18; Apoc 19,10), a fim de que a força do Evangelho resplandeça na vida quotidiana, familiar e social. Os leigos mostrar-se-ão filhos da promessa se, firmes na fé e na esperança, aproveitarem bem o tempo presente (cf Ef 5,16; Col 4,5) e com paciência esperarem a glória futura (cf Rom 8,25). [...] Este modo de evangelizar, proclamando a mensagem de Cristo com o testemunho da vida e com a palavra, adquire um certo carácter específico e uma particular eficácia por se realizar nas condições ordinárias da vida no mundo.

Nesta obra, desempenha grande papel aquele estado de vida que é santificado por um sacramento próprio: a vida matrimonial e familiar. Aí se encontra um exercício e uma admirável escola de apostolado dos leigos, se a religião penetrar toda a vida e a transformar cada vez mais. Aí encontram os esposos a sua vocação própria, de serem um para o outro e para os filhos as testemunhas da fé e do amor de Cristo. A família cristã proclama em alta voz as virtudes presentes do Reino de Deus e a esperança na vida bem-aventurada. E deste modo, pelo exemplo e pelo testemunho, argui o mundo do pecado e ilumina aqueles que buscam a verdade. Por isso, ainda mesmo quando ocupados com os cuidados temporais, podem e devem os leigos exercer valiosa ação para a evangelização do mundo.